quarta-feira, 22 de setembro de 2010


Ela: Qual a primeira coisa que você percebe quando você olha para outra garota?
Ele: Que ela não é você.

Não achei o autor.
(Meu Deus, como queria ouvir isso..)

sexta-feira, 10 de setembro de 2010


Minha vontade agora é sumir. Chamar você. Me esconder. Ir até a sua casa e te beijar e dizer que te amo e que você é importante demais na minha vida para eu te abandonar. Sacudir você e dizer que você é um otário porque está me perdendo dessa maneira. Minha vontade é esquecer você. Apagar você da minha vida. Lembrar de você a cada manhã. Pensar em você para dormir melhor. Então eu percebo: IT’S ME, e minhas vontades são bipolares demais. Só o que não é bipolar demais é a minha ganancia por te ter. Sim, eu escolheria você. Se me dessem um último pedido, eu escolheria você. Se a vida acabasse hoje ou daqui mil anos, eu escolheria você…

Tati Bernardi.

sábado, 28 de agosto de 2010

Que tola, eu sou.


Olhei para o relógio: Três da manhã. Estava deitada na minha cama. Encolhida, eu olhava para a janela, o vento que entrava por ali parecia estar mais frio hoje. Eu me encolhi ainda mais, pensando como você me doía toda vez que me deixava. Abaixei minha cabeça.
E, naquele silêncio gritante, senti aquela certa coisa me abraçando. Ela, tão fria, tão má estava ali do meu lado novamente. Eu deveria estar acostumada com a sua ilustre presença, mas toda vez que ela se aproximava com teu frio abraço, eu estremecia e me sentia cada vez mais só, e ela cada vez mais fria. Que tola eu sou.
Há alguns meses atrás, ela me avisou que voltaria, mais cedo ou mais tarde. Ela disse que no fim o último abraço seria o dela. Eu lembro claramente de quando havia dito que eu terminaria assim, sozinha, desiludida, sangrando. Que tola, eu sou. Desde o começo, desde sempre eu deveria me conformar.
E parmaneci daquele mesmo jeito; meus abraços envolviam meus joelhos, minha cabeça permaneceu baixa, e eu permaneci decepcionada e abraçada por ela, a eterna solidão.
Dedico a Gabriela, minha amiga romântica-água-com-açúcar e cobaia literária.


Quanto tempo, hein! Enfim, vou deixando aqui um textinho que achei esses dias perdido por minhas pastas no meu note. Não prometo postar com muita frequência, mas espero que vocês gostem do que escrevo aqui! Lembrando sempre, adoro elogios, críticas construtivas e sugestões. xx

terça-feira, 25 de maio de 2010

O fim.



- Não vai embora assim, por favor. - Ele disse, com aquela linda voz falhada e rouca.
- O que você quer que eu faça? Depois de tudo o que passou... Nós não poderíamos estar aqui. Não agora. - Eu sussurrei abaixando a cabeça.
- Foda-se o que passou, foda-se o trato. Não importa o passado, ok? Estamos aqui, juntos. Esquece a porcaria do trato, fica comigo! - Ele levantou a minha cabeça com a mão no meu queixo, nossos olhos se encontraram.
Dois lados gritavam em minha cabeça. Um falava para eu deixar de besteira, esquecer aquele maldito trato, todo o passado e a angústia que habitava em mim há muito tempo e sair, correndo para seus braços, beija-lo intensamente e tudo acabar em seu apartamento, nossos corpos quentes juntos...
Mas, o outro lado gritava para eu deixar de ser idiota, trato é trato e eu sabia que dessa vez não seria diferente. Ele iria me machucar mais uma vez, e outra, e outra, e outra... Deveria dar um fim nesse círculo vicioso. Um fim imediato.
- Olha, eu não posso. Simplesmente não posso. Dessa vez vai ser diferente, entenda, esse é o fim, não insista em algo que sabes que não irá da certo. Sabes que tu não vai ser fiél, então porque continua me enganando e acima de tudo, SE enganando? - Ele olhava nos meus olhos, a cada palavra dita. - Desculpe, mas já estou cansada do mesmo papo você-é-a-garota-mais-perfeita-serei-fiél e blábláblá. Não sou mais uma adolescente ingênua que acredita no primeiro pilantra que aparece e diz que a ama. Não! E você... - Olhei nos teus olhos, que agora, estavam prestes a escapar algumas lágrimas. - Você deveria ter crescido também. Não é mais hora de ficar brincando com essas coisas.
- Por favor, eu te peço mais uma chance. Você sempre falava que as pessoas merecem uma chance... Não me deixe agora, eu suplico.. - Escapou-se algumas lágrimas, escorrendo por teu rosto.
- Não te deixar? Agora tu diz isso? Já pensou quantas vezes você já me deixou? Quantas vezes eu fiquei em casa, completamente sozinha. Quer dizer, o vinho ainda me fazia companhia. E você não dava notícias por dias, semanas! Você já me deixou muitas vezes, seu idiota!
Chore, chore bastante. Agora é a tua vez de sofrer. Adeus.
- Saí do local, fazendo questão de pisar com o salto alto com força no chão. Mulher vingativa passando, com licença.

quinta-feira, 6 de maio de 2010




E bati, e bati outra vez, e tornei a bater, e continuei batendo sem me importar que as pessoas na rua parassem para olhar, eu quis chamá-lo, mas tinha esquecido seu nome, se é que alguma vez o soube, se é que ele o teve um dia, talvez eu tivesse febre, tudo ficara muito confuso, idéias misturadas, tremores, água de chuva e lama e conhaque no meu corpo sujo gasto exausto batendo feito louco naquela porta que não abria, era tudo um engano, eu continuava batendo e continuava chovendo sem parar, mas eu não ia mais indo por dentro da chuva, pelo meio da cidade, eu só estava parado naquela porta fazia muito tempo, depois do ponto, tão escuro agora que eu não conseguiria nunca mais encontrar o caminho de volta, nem tentar outra coisa, outra ação, outro gesto além de continuar batendo batendo batendo batendo batendo batendo batendo batendo batendo batendo batendo batendo...
batendo nesta porta que não abre nunca.

Caio F. Abreu

sexta-feira, 30 de abril de 2010


Claro que você não tem culpa, coração, caímos exatamente na mesma ratoeira, a única diferença é que você pensa que pode escapar, e eu quero chafurdar na dor deste ferro enfiado fundo na minha garganta seca que só umedece com vodca, me passa o cigarro, não, não estou desesperada, não mais do que sempre estive, nothing special, baby, não estou louca nem bêbada, estou é lúcida pra caralho e sei claramente que não tenho nenhuma saída, ah não se preocupe, meu bem, depois que você sair tomo banho frio, leite quente com mel de eucalipto, gin-seng e lexotan, depois deito, depois durmo, depois acordo e passo uma semana a banchá e arroz integral, absolutamente santa, absolutamente pura, absolutamente limpa, depois tomo outro porre, cheiro cinco gramas, bato o carro numa esquina ou ligo para o cvv às quatro da madrugada e alugo a cabeça dum panaca qualquer choramingando coisas tipo preciso-tanto-uma-razão-para-viver-e-sei-que-essa-razão-só-está-dentro-de-mim-bababá-bababá e me lamurio até o sol pintar atrás daqueles edifícios sinistros, mas não se preocupe, não vou tomar nenhuma medida drástica, a não ser continuar, tem coisa mais autodestrutiva do que insistir sem fé nenhuma?
Ah, passa devagar a tua mão na minha cabeça, toca meu coração com teus dedos frios, eu tive tanto amor um dia. Ela para e pede:
preciso tanto tanto tanto, cara, eles não me permitiram ser a coisa boa que eu era...

Caio F. Abreu

sexta-feira, 23 de abril de 2010

Desamor.


Pobre coração, pobre sentimentos. Se desgastaram, não querem mais... Não querem mais sofrerem, não acreditam no amor. Não sabem o que é o amor.
E preferem ficar assim mesmo. O vazio o conforta, o frio esquenta. A sensação de não conseguir amar também. É, foi melhor assim. Muito obrigada a você, que me fez perceber isso.




Quis escrever algo diferente, Desamor. Não é exatamente nada ligado a mim Talvez. Enfim, espero que gostem.

quinta-feira, 22 de abril de 2010

Ele estava lá, aliás, sempre esteve. Nos piores e melhores momentos da minha vida. E eu? Eu nunca percebi.


Era uma tarde não muito quente da primavera.
Eu me sentei na areia úmida, próxima ao mar. Me concentrei no doce agressivo barulho das ondas e no vento que soprava em meu rosto, fechei os olhos e me foquei apenas nos mesmos.
Senti alguém me envolvendo em seus braços, olhei para trás e era você. Você, que eu nunca dei a devida atenção merecida, o devido amor, a devida devoção. No mesmo instante, você encostou a minha cabeça em seus ombros, e nesse momento me senti totalmente segura. Era como se nada de mal existisse no mundo, você proporcionava todas as coisas boas que eu precisava.
Logo, tu passou as mãos em meus cabelos os acariciando, juntou as sombrancelhas com uma expressão de confusão - Oh minha pequenina, não fique assim, eu sempre estarei aqui, do teu lado, mesmo que as vezes não perceba. Eu sempre estive aqui, em todos os momentos. Eu presenciei todos os teus medos, as tuas angústias, as tuas dores. Eu sempre tentava te abraçar, mas você fugia. Parecia não querer a minha ajuda... Mas eu nunca deixei de olhar pra ti, de te proteger. Eu estava e estarei aqui o tempo todo, a qualquer momento tu sabes que pode conversar comigo. - Disse com sua delicada e tranquilizadora voz. Ele esboçou um sorriso de lado, e eu sorri tbm. Estava tão bom ficar ali, ele proporcionava tudo o que eu precisava... Fechei os olhos (...)
Quando os abri de novo, ele havia sumido. Senti o vento soprar meu rosto novamente e com a sensação de ser beijada em meus cabelos percebi que ele ainda estava ali, e sempre estará. Não fisicamente, mas esperitualmente. Ele sempre estará aqui, dentro de mim. Basta eu procurar, basta eu querer sentir a tua presença.



Havia guardado esse texto, há um tempinho e agora resolvi posta-lo. O que achas? Do que se trata, vocês decidem. Interpretem como quiser, afinal, tudo é interpretação.
PS: Ainda irei seguir e comentar todos os blogs que me seguem/comentem. Pode demorar um pouco, mas o farei.

sexta-feira, 9 de abril de 2010

Outono.


Tanto tempo já se passou, tantas coisas já mudaram. O sol já foi embora, as folhas estão caindo ao chão anunciando a chega do outono.
Assim como os dias iluminados, o meu amor também se foi. Estava tentando fugir de tudo isso, mas querido, os nossos momentos insistem em assombrar a minha mente, o teu cheiro insiste em ficar na minha blusa. Aquele sorriso, é, aquele maldito sorriso que você me dava quando trócavamos juras de amor insiste em ficar em minha mente.
O frio está chegando, o céu está começando a ficar cinza, assim como o que eu sinto por ti.
Eu estava fugindo disso de todas as formas. Estava tentando não lembrar mesmo que muitas vezes me peguei sorrindo idiotamente lembrando de algum momento nosso, logo depois me ocupava com qualquer coisa para não lembrar novamente. Até pouco tempo, eu tava correndo desse sentimento de todos os jeitos, por que para mim, fugir seria a melhor solução para esquecer-te. Pensei que quando procurasse algo aqui dentro, não acharia. Mas não aconteceu. Esse sentimento continua aqui, sentado em meu peito.
Talvez seja medo de me desapegar a algo tão intenso, medo de deixa-lo sozinho, medo de me libertar desse sentimento. ''Mas você deveria estar feliz por se desapegar a isso.'' É, eu sei que sim. Mas há muito mais que me libertar de tal sentimento. Há muito mais que isso. Eu penso, quem vai te ajudar quando mais precisar? Quem vai lhe confortar nos momentos difícieis? E quando você estiver desesperado por ajuda, qual nome tu irá gritar se eu for embora? Quem vai cuidar de ti? Quem será sua força, quando a não ter mais? Quem você vai culpar, quando tudo der errado?
Mas quem sabe, após refletir, eu pense de uma maneira diferente. O inverno vai chegar, e com ele, o solitário frio. E com o outono, eu irei embora.

sábado, 3 de abril de 2010


''E se quiser saber quanta beleza você tem, vá para a frente do espelho, feche os olhos e olhe para dentro de si mesmo e saberá quão belo você é.''

quarta-feira, 31 de março de 2010

Destino.


Já discuti bastante com muitos por conta dessa palavra. ‘Destino’; você acredita nele? Acredita que uma palavra pode dominar o teu futuro, atitudes, a tua vida? Acha mesmo que vai ser o ‘destino’ que vai pronunciar o que tu vai fazer ou não?
Já ouvi falar em pessoas que diz que põe culpa de todas as atitudes no coitado do destino. Para mim são pessoas hipócritas, que não tem caráter para admitir os seus erros. Pessoas iludidas.
Eu nunca acreditei nessa palavra, sempre achei que eu, somente EU sou responsável por tudo àquilo que fiz, faço ou irei fazer. Apenas EU construo meu futuro, meu presente, e tudo o que eu fiz no passado foi de total responsabilidade minha. Se é o destino que programa tudo o que eu faço, e se é o destino que faz o meu futuro, então não acredito nele. Não sou hipócrita a tal ponto de dizer que o meu destino já está pronto, que tudo já está programado para acontecer. Não! EU faço o meu ‘destino’ eu sou responsável por todas as minhas atitudes. Tudo o que eu que fiz/faço é de responsabilidade minha, logo, tenho que assumir meus erros e acertos, não acha? ODEIO quando dizem algo do tipo ‘O destino tinha reservado isso para nós’ ou ‘o nosso destino é ficar juntos’ Ah gente, achas mesmo que o ‘’futuro’’ já está pronto sem ao menos acontecer? Destino é a GENTE quem constrói. Achas que algo vai acontecer se você ficar parado esperando o maldito destino? Não, não vai! Então faça acontecer, tenha atitude, viva a tua vida, faça o teu ‘destino’!
E vocês, acreditam no destino? Gostaram do novo template? Comentem :)
Música do dia:
Fingir na hora rir – Los Hermanos

A Bia me indicou a música e agora estou viciada –s HSAIOHSAOI AAH agradecimentos a ela, pelo template *-* Amo você, Biatm <3

quarta-feira, 17 de fevereiro de 2010

I'm crying and you don't even care.

Ainda penso como um dia fui me apaixonar por alguém como você. Alguém que não ta nem aí pro amor, alguém tão... Diferente de mim.
Porque eu fui idiota a ponto de acreditar em todas as tuas mentiras? Porque acreditei em todas as vezes que você disse que me amava? Porque você me abraçou forte e disse que eu nunca estaria sozinha, se logo me abandonaria? Porque você disse que dessa vez seria diferente? PORQUE EU ACREDITEI EM TUDO ISSO?
Eu não consigo entender porque você me enganou todo esse tempo. Eu tento, mas não consigo. É como se eu estivesse à beira de um abismo e apenas um fiozinho de fé ainda me segurasse. Você me entorpeceu e logo desapareceu, O que eu fiz para merecer todo esse sofrimento? Quando tudo isso vai passar?
Ainda sonho com você, ainda tenho os nossos planos em minha mente.
Eu estou me sentindo sufocada, sozinha, chateada. Decepcionada. Eu desejo muito que isso seja apenas um sonho, eu queria acordar desse sofrimento, eu preciso que alguém acenda uma luz, alguém para me segurar. Eu não estou bem, o meu coração está extremamente machucado. Como você foi capaz de fazer tudo isso comigo?
Eu estou tentando me recompor, estou tentando buscar uma força interior, mas está muito difícil. Eu tento ignorar a dor, os nós na garganta, mas é impossível. Logo lágrimas correm em meu rosto e eu me dou conta que tudo não passou de uma fantasia e apenas eu te amei. Eu queria muito ser mais segura, me apegar menos às pessoas, ser menos idiota e sonhadora. Mas essa sou eu, uma perfeita idiota ingênua.
Pode ter certeza, ninguém nunca irá te amar como eu. Ninguém nunca vai observar o teu sorriso enquanto dormia como eu. Muito menos vai te apoiar nas horas difíceis. Ninguém nunca vai gostar tanto de apenas ficar em silêncio observando todos os teus traços como eu observava. Algum dia você vai se sentir sozinho, ninguém irá te confortar, ninguém irá te ligar, você vai estar à beira de um abismo e então vai se lembrar de mim, vai lembrar como eu era importante pra ti, vai se sentir sufocado, e então você vai me procurar, em todos os lugares, em todas as pessoas. Mas você não vai me achar, e vai perceber como eu faço falta em tua vida. Vai sentir tudo o que estou passando agora. Sim, eu sei que vai. Mas talvez nesse dia, você irá perceber realmente que me perdeu. E será tarde demais para voltar atrás.

quinta-feira, 4 de fevereiro de 2010

A part of my heart.


Dia 02/02 seria um dia como qualquer outro, se não acontecesse uma das piores coisas da minha vida.
Comprei meus materiais de manhã, a tarde saí para tomar sorvete e voltei para casa. Eu estava assistindo tv, quando meu irmão menor foi na sala perguntar onde tava o Luy. Eu disse que ele poderia estar brincando em qualquer lugar da casa, dai ele disse ‘Não, Luiza, eu não to achando o Luy!’ Eu despreocupadamente fui ajudá-lo a procurar o cachorrinho. A essa altura, todo mundo tava procurando o Luy, ate que a minha mãe apontou pra máquina de lavar e falou que ele tava ali. Daí eu fui correndo chamando ‘Luuuuy, vem aqui bêbê!’ E abaixei para tocá-lo. ‘Hey, Luy, eu to te chamando, vem!’ Sempre quando eu o chamava, ele abanava o rabinho, e dessa vez, ele não abanou. Eu logo estranhei, e toquei um dedo no corpinho dele. Percebi que estava rígido. Comecei a empurrá-lo. ‘LUUUUUY, LEVANTA LUY!’ E então, uma lágrima logo escorreu em meu rosto e concluí que ele estava morto. Nesse momento, minha mãe se desesperou, nós duas levantamos a máquina, sentimos um cheiro ruim e vimos o meu pequeno com os olhos abertos e a boca também. Logo virei o rosto, eu não conseguia suportar ver aquela cena. Uma onda de angústia e dor invadiu o meu corpo. Sei que não estava sendo uma das melhores donas por esses tempos por conta de vários aspectos, mas Deus sabe como eu o amava. Lembro perfeitamente do primeiro dia em que o vi, pequenino, a feição um pouco medonha, mas logo nos intimidamos. Apaixonei-me por ele.
Meu irmão pegou uma inchada e fez um buraco no quintal para enterrar o meu bebê. Eu fui ajudá-lo. Após abrir um buraco, meu pai veio com o Luy nos braços, e quando vi aquela cena eu chorei mais ainda. Tantas coisas passaram na minha cabeça ao mesmo tempo. Eu abaixei a cabeça e saí correndo pro meu quarto. Eu desejava que aquilo fosse um sonho, desejava acordar, ir para a varanda e ver o Luy correndo em minha direção latindo e abanando o rabinho. Mas infelizmente aquilo era a mais pura realidade. Ele se foi, e com ele, uma parte do meu coração também morreu. Eu sei que agora o Luy está em um lugar muito melhor que aqui, eu sinto isso. Mas com certeza, se eu pudesse voltar atrás, acho que nunca sairia de casa naquela terça feira. Sinto que eu poderia ajudá-lo. E agora vem a sensação de incapacidade, de culpa, dor, sofrimento.
Não sei por que, mas sempre que amamos muito alguém, parece que eles são imortais. E quando esse alguém morre, é um grande choque. Nós nunca esperamos que a morte chegue para eles. Mas a realidade é que um dia nós vamos perder todos que amamos. Quando chamarmos ele (a), nós não vamos receber uma resposta. E é nesse momento em que vamos realmente saber o verdadeiro valor do tal. Temos que dar mais valor a quem amamos enquanto há tempo... Porque amanhã pode ser tarde demais.

- Talvez esse pode não ser uma das melhores postagens, mas eu precisava desabafar. Precisava tentar por algo para fora, algo que me sufoca.
- Na foto não é o Luy, mas quando vi achei o cachorrinho muito parecido.

sábado, 30 de janeiro de 2010

A special friend ♥



Eu não sei bem por onde começar. Não sei explicar o que sinto aqui. Apenas sei que o meu sentimento é verdadeiro e eu não digo da boca para fora. Eu poderia tentar explicar por horas e horas, mas ainda assim não seria suficiente. Eu poderia fazer uma daquelas declarações lindas, com aviões no céu anunciando, fazer uma festa, ou até mesmo uma carta com palavras difíceis para tentar te explicar o que sinto... Mas ainda assim não seria suficiente. Tudo o que sei, é que você é muito, muito importante para mim. E que a saudade que sinto aqui dentro me sufoca, mas o meu amor por ti é maior que qualquer saudade ou dor. E nossa amizade se mostrou forte nesses 12 meses sem te ver, apenas nos comunicando por telefone e internet. 12 meses sem o teu abraço. 12 meses sem o teu apertão na minha bochecha. 12 meses sem te deixar ganhar no wii (eu deixava você ganhar, sou boazinha *-* DHSUDH). 12 meses sem nossos segredos. 12 meses sem as tuas palavras reconfortantes que entravam em meus ouvidos e me proporcionava paz. 12 sem as tuas brincadeiras bobas no meio da aula. 12 meses sem o teu sorriso. É tão difícil sem você aqui amiga... Eu queria-te por perto, para me ajudar e te ajudar. Queria você do meu lado, me dando apoio e me fazendo rir como um bebê que ganha um doce. É tão ruim enfrentar essa realidade. Mas eu sei que os dias em que nos encontrarmos está cada vez mais perto, e com certeza vamos viver tudo isso novamente! Eu sei, eu sinto isso! E eu também sei que a nossa amizade resiste a qualquer obstáculo, não importa a distância, quantos anos vamos ficar longe, muito menos a saudade. A nossa amizade é um laço forte, que NADA vai arrebentar. Obrigada por todos os momentos vividos. Obrigada por me apoiar e por se preocupar comigo. Obrigada por fazer com que eu me sinta segura. Obrigada por dizer as palavras certas nos momentos certos. Obrigada por me fazer feliz. Obrigada por tudo. I will be with you forever. I promise. I love you, Gabriela Vieira Passos.

1- Saudades da bibi ):
2- Obrigada ao Ghuto Bogo que sempre vem aqui comentar e não é um leitor fantasma, ha s2 DSHUDHS obrigada mesmo *-*
3- Comentem u.u

quarta-feira, 27 de janeiro de 2010


Eu não quero só mais um rostinho bonito para mim. Eu não quero só mais um para no final me magoar. Eu não quero qualquer um.
Eu quero alguém que se importe realmente comigo. Alguém que me faça sorrir, independente da situação, do lugar, do momento. Alguém que me faça feliz, que quando eu o olhe, eu tenha a sensação de borboletinhas inquietas em meu estômago. E quando ele me abrace, quero ter a sensação de que o mundo gira em torno de nós dois, apenas nós. Quero alguém que quando me beije, transforme-nos em um corpo só, com uma ligação incrível, nos encaixando perfeitamente. Não quero que essa pessoa venha de um conto de fadas, não quero uma pessoa perfeita, pelo contrário! Quero ter briguinhas bobas, mas que logo se resolva com um belo beijo e um abraço bem apertado. Alguém que me deixe corada no momento que me elogiar, que me conforte nas tardes frias e chuvosas assistindo um belo filme e comendo um grande pote de pipoca. Nos momentos de loucuras, quero alguém que entenda esse meu ‘estado de humor’ e saiba falar as palavras certas, ou se não souber, que se afaste subitamente. Nos momentos bobos, quero alguém que também entre na brincadeira, que sorria comigo e se transforme em uma verdadeira criança! Alguém com seus defeitos, que eu enxergue e mesmo assim o ame do jeito que ele é. E depois de todos esses momentos, não der certo... Quero que esse alguém lembre de tudo vivido, de todos os sorrisos, brincadeiras, todas as briguinhas, de todos os abraços apertados e dos momentos de medo. E se um dia, esse alguém for para muito longe, peço, por favor, para não esquecer de mim. Porque essa pessoa com certeza vai fazer muita falta para mim e nunca, nunca irei esquecer do meu grande amor.

Fiz ese texto a pedido da Maria Alice, uma das leitoras do blog. O que acharam? Não sejam fantasmas, COMENTEM! *-*
Vou viajar hoje e só volto sábado, se der para postar enquanto eu estiver fora eu tento. Beijo para todos ;)

sábado, 23 de janeiro de 2010

Our dreams.


Olá, blogueiro(a)s! Quanto tempo, hein? (Põe tempo nisso!) Primeiro, quero pedir desculpas pelo sumiço, por conta das férias não tive tempo de postar aqui para vocês :x Mas o importante agora é que voltei! Infelizmente, enquanto eu não voltar das férias eu irei postar muito pouco, ok¿ Ah, feliz 2010 a todos!
Hoje eu estava pensando um pouco sobre o que escrever no primeiro post de 2010, pensou em vários temas, mas graças a algumas músicas que estou escutando veio à mente a inspiração ;)
Quem nunca pensou nos teus sonhos antes de dormir atire a primeira pedra! Eu particularmente, adoro planejar cada sonho (curto ou longo prazo) ante de dormir, gosto de me organizar (ou não) às vezes algumas pessoas dizem que isso é tolice, sonhar alto, sonhos praticamente impossíveis... Mas pra mim, são muito mais que sonhos, são um dos meus incentivos de vida! Muitas vezes as pessoas nos colocam para baixo com palavras grosseiras como ‘Ah meu, desista! Para de sonhar alto!’ ou ‘Sonhar é bom, travesseiro é barato e nós não pagamos impostos por sonhar ;)’ Quando dizem algo desse tipo, eu tenho vontade de dar um belo de um tapa nessas pessoas, mas ao contrário delas, sou educada. ‘’Nunca digam que não vale a pena acreditar no sonho que se tem, ou que seus planos nunca vão dar certo, ou que você nunca vai ser alguém’’ Renato Russo divo, êêêq. Já cansei de ouvir pessoas idiotas rindo debochadamente, quando digo que um dia, não importa quanto tempo terei que esperar, eu ainda vou ver o Jared, nem que seja por um minuto, eu acredito nisso. Eu acredito que os meus sonhos podem ser realizados. Acredite você também.
Então, o meu primeiro apelo para 2010 é: Não desistam dos seus sonhos! E não é porque um estúpido diga algo grosseiro em relação aos teus sonhos que você deve ficar para baixo. Siga em frente, acredite em você, acredito no seu potencial. ‘’Quem acredita, sempre alcança’’.
E você, qual o seu sonho? Comente :D

sábado, 19 de dezembro de 2009




Para começar, quero pedir desculpas pelo sumiço, prometo que vou postar mais :x

Querido Sam,

Como está? Para começar, eu estou morta. Sim, você não está louco nem delirando, é isso mesmo que você leu. Eu estou morta. No momento em que fiz essa carta eram 02h30min a.m e tomei uma decisão: Eu iria salvar a tua vida. Talvez você não lembre, pois ficou em coma por exatos dois meses e algumas horas. Você se acidentou gravemente. Eu estava ao teu lado, mas sofri apenas leves arranhões. Quando me recuperei perguntei ao médico onde você estava, eu queria te ver, queria ver o teu estado, e então recebi a pior notícia: Você estava quase morto, e as chances de você sobreviver eram mínimas. Não sabes o quanto sofri quando ouvi o medico dizer isso, parecia que eu tinha perdido o chão, meu mundo estava perdido. Meus dias não seriam tão felizes sem você, meu sorriso não iria transparecer tanta alegria quanto antes, eu não poderia e nem queria te ver morrendo aos poucos, naquele sofrimento que parecia não ter fim. Eu não poderia simplesmente sentar e assistir a tua morte seria algo impossível. Os médicos praticamente não tinham esperanças, eu perguntei se não havia ao menos uma solução, algo que eu podesse, para te salvar. Então um deles disse que havia sim, e o nome disso é transplante... Mas seria algo muito difícil afinal a fila para esse tipo de coisa é enorme e talvez demorasse anos e você não iria resistir tanto tempo. No momento em que o médico me disse isso, me desesperei, a dor parecia sem fim, eu não poderia te deixar morrer, eu não poderia ficar de braços cruzados, eu deveria fazer algum eu deveria fazer alguma coisa! No começo me chamaram de louca, idiota, pensaram que eu estava brincando Mas eu não estava louca, apenas queria ter a certeza de você estar vivo. Ignorei tudo o que disseram e à sala de cirurgia decidida à te salvar. Fiz o ato que nunca irei me arrepender, sempre teria orgulho de dizer o que fiz se estivesse viva agora: Eu doei o meu coração pra ti. Aproveite bem isso que está agora batendo dentro de ti, cheio de vida, de amor. Nele está tudo o que sinto por ti, nele está registrado todos os meus sentimentos, todas as noites em claro chorando por ti, todos os meus segredos, tudo o que sinto. Isso já me pertenceu. Não me pertence mais. Agora é seu. E se você sentir saudades de mim, apenas feche os teus olhos e ponha a mão no teu peito e sinta esse pequeno e delicado órgão pulsando dentro de ti, com todo o meu amor verdadeiro. Sinta ele com todo amor o meu amor e carinho verdadeiro. Cuide bem, pra mim ainda é importante. Está aí, entregue em mão. Meu coração.

Comentem, adoro receber críticas (boas e ruins) ;]

quarta-feira, 16 de dezembro de 2009

If i were a boy..


Se eu fosse um garoto, mesmo que por um dia; Eu acordaria pensando nela. E depois, eu ligaria para ela apenas para ouvir tua voz. Eu não ficaria estranho com ela quando estivesse com meus amigos. Eu faria questão de deixar bem claro para todos que eu era apenas dela. Eu não a enganaria, eu iria apóiá-la em todos os momentos, estaria do lado da minha garota sempre, eu seria seu anjo da guarda. Eu nunca iria ignorar os teus sentimentos, porque sei como isso machuca. Eu não fingiria que tais sentimentos não existem. E mesmo longe eu estaria sempre a ajudando, a segurando pois sei como ela é frágil. Eu entenderia todos os seus momentos de loucura, eu a abraçaria bem forte, pois sei como um abraço é importante para aquela garota complicada. Eu secaria todas as suas lágrimas e as substituiria por um sorriso. Eu seria o teu porto seguro, não importaria o que acontecesse, eu não iria deixar aquela pequena e delicada garota cair, Porque sei como a sensação de ser enganada, ignorada, machucada, esquecida, frágil, sem um anjo para me proporcionar segurança dói. E talvez por, amar demais, esperar demais, ser sensível demais, eu sofra com isso. Mas ele é apenas um garoto, como todos os outros.

Agradeço a Aninha, a Hélia, a Jordana e um cara que comenteu no post anterior, obrigada mesmo *-*
Sim, eu me inspirei na música If i were a boy, para fazer esse texto.
Comentem, comentem! :D

terça-feira, 15 de dezembro de 2009

Um pouco de sentimentos, por favor.


Todos têm sentimentos. Eu, você, qualquer um. Acredito que um dos piores bandidos do mundo tem sentimento, e acredito também que para você fazer qualquer coisa, deve haver sentimento, mesmo para fazer um assalto, um trabalho, viagem... Para fazer algo que saia bem feito não podemos fazer de qualquer jeito, até porque temos que ter capricho, para que saia tudo certo. Por isso que acho que até os bandidos tenham sentimentos. Como o Bin Laden estaria solto agora se não planejasse tudo e tivesse se dedicado aos seus atentados? Ele estaria solto agora? Eu acredito que não. Muitos acham que sentimentos é aquilo que você sente pelo garoto (a) mais ‘gatinho (a)’ do colégio. Certo? Sim e não. No meu ponto de vista, acredito que existam alguns tipos de sentimentos. Os sentimentos que vou colocar como ‘materialista’ e os ‘amorosos’ não há muita diferença entre os dois, mas como são sentidos. Primeiro, vou falar um pouco sobre os ‘materialistas’. Sentimentos ‘materialistas’ são os sentimentos que temos para fazer um trabalho, uma viagem, um assalto n, qualquer coisa que não envolva o amor entre pessoas. Bom, na verdade envolve sim, mas acho que me entenderam. É aquele sentimento que nos dedicamos, caprichamos para que no fim não tenha nenhum imprevisto, erro, algo não esperado. Agora, sentimentos ‘amorosos’ meu preferido, ê Talvez os sentimentos ‘amorosos’ são os mais complicados, complexos e até incompreensíveis. Possuímos até o resto da vida, porém alguns têm dificuldade em expressa-los e outros simplesmente ignoram tais sentimentos. Acredito que esses tipos de pessoas são os que sofrem mais ao longo da vida, pois são mais frágeis, mesmo não demonstrando ou ignorando seus sentimentos. São mais frágeis porque em algumas situações as pessoas acreditam que pelo simples fato de não demonstrarem ou ter dificuldade em expressar os rotulam como ‘frios’ ‘coração de pedra’ ‘sem sentimentos’ ‘insensíveis’ ou até mesmo ‘geladeira ambulante’. Acho que não é bem assim, talvez esses tipos de pessoas tenham medo de se expressarem, medo de sofrer se demonstrarem tais sentimentos. Acredito também que alguns não demonstrem ou tenham dificuldade por no passado terem uma decepção ou pelo simples fato de nascerem assim. Afinal, as pessoas são diferentes, não são? Então, porque ainda insistimos em rotular alguém sem ao menos conhecê-las BEM? Acho que antes de sairmos por ai falando que tal pessoa é um ‘friozinho’ temos que conhece-la primeiro, ajuda-la, porque talvez essa pessoa precise de ajuda, de algum apoio, talvez elas estejam sofrendo em silêncio por não se expressar ou tentar ignorar seus sentimentos. Aquele que não possui, não sente, não vive muito menos existe.

PS: Agradeço as minhas ‘cobaia leitoras’ Ana e yanquinha, sem vocês acho que nem teria acabado esse texto, obrigada mesmo <3
PS²: Comentem *-*
 
By Biatm ░ Créditos: We ♥ it